...da forma mais inesperada...

Segunda-feira, 07 de Abril de 2008

Mais um fim de semana se passou. Desta vez sem as emoções, as palpitações, o suadoiro nas mãos, os "presseks" manhosos que adivinham chuva. Nada disso. Tudo muito calmo, muito soft. Um fim de semana daqueles normais, estão a ver, em que não se espera que nada de mais aconteça, exeptuando o facto de quase ter sido atropelada por um "estrelinhas" no sábado passado. Buuuh! Vou já ali cortar os pulsos. "Estrelinhas" é o nome que dou aos Mercedes (Cruzes!Credo! Canhoto! Vá de reto Satanás!). Epahh, confesso: seria irónico, senão mesmo sádico, ser atropelada por uma carro igual ao do meu ex (é neste momento que surge de fundo a música do Tony Carreira: "Ai destino ai destinooooo...ai destino que é o meeeeuuuu!). Ok, não ligem muito, é natural que esteja a divagar. Ainda não me adaptei ao facto de ter começado MAIS uma semana.

 

Tirando o ordinário do "Estrelinhas" que me ia esborrachando na passadeira....hum...fui á praia no sabado de manhã. E soube me tão bem. Estar ali, sentada, esticada, deitada, quase a fazer o pino (esta ultima parte não, porque estava vento e desiquilibrava me.lol) a ouvir o barulho do mar, a sentir o calor do sol a entrar no meu corpo, a cheirar a maresia foi uma das coisas que melhor me fizeram sentir desde há uns tempos para cá. Senti me viva, senti me bem,senti todo o meu corpo cheio de energia, capaz enfrentar os todos os desafios. Vim de lá mesmo renovada. Depois...ia sendo atropelada ao chegar a casa. Boa!  Devia vir com excesso de energia, acharam que seria bom deixar logo ali mais de metade...

 

É verdade: tenho saudades (tantas! tantas! tantas!) das minhas pipilins. Deixei as lá em cima, na terra, na altura da Páscoa. Ficaram ao encargo dos avós, porque como ia viajar no final deste mês, não poderia ir sossegada sem saber que os bichinhos ficavam bem entregues. Agora ando a padecer do síndrome da falta súbita do animal de estimação! A quem é que eu agora dou os "bons dias" (mesmo que não sejam muito bons, mesmo que não me levante com o melhor humor do mundo)? Quem é que me espera quando chego a casa? Quem vou agora chantagear com uma fatia de fiambre e com o tom de voz já habitual (Xiiiiixaaaaa!) antes de sair de casa? Quem é que se enrosca comigo no sofá depois de jantar e me olha com olhinhos de sono e amassa as minhas mãos e as minhas pernas e se enrosca no meu pescoço e brinca com os meus chinelos? É tudo muito calmo e silêncioso sem aqueles dois "estaferminhos" por perto. Elas, pelo que sei (todos os dias telefono á minha mãe para saber novidades. Deus! Nem quero imaginar um dia que tenha filhos...) estão do melhor. Até já sobem ás arvores e tudo! Toma te! A Amarelinha passa o tempo todo camuflada no jardim, a correr atrás das borboletas e a Nokas...bem...a espaventada da Nó, pelos vistos, ganhou umas artes acrobáticas fantásticas, porque ache que pula para tudo quanto é sítio. Humummm....Espero que não se esqueçam que são gatas de apartamento e não própriamente de campo, por isso é bom que não se estiquem muito.

 

Adorava ficar aqui a contar vos mais coisas...mas... o meu relógio interno ainda não está totalmente sincronizado com o este novo horário de verão (que coisa tão parva! ), pelo que já estou a escrever com um olho aberto e outro fechado (serão mais os dois quase fechados!).

 

Bem, vou mimir.Espero não ter sonhos maus, porque ultimamente (acreditem!) só tenho sonhado com o brutossaurio. Pareçe impossível... É por isso natural que de manhã acorde mal disposta e com olheiras. Pudera! Até nos sonhos a criatura cansa me a beleza! Haja paciência!!!!!!

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publicado por Carlita às 21:25

Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

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publicado por Carlita às 20:29

Terça-feira, 08 de Maio de 2007

Roubaste me a alma e o coração e com eles levaste todos os meus sentimentos, Os sentimentos que me nasceram da alma e que moravam no meu coração. Guardaste para ti os melhores e deixaste me a braços apenas com sentimentos mesquinhos e inuteis.

No dia que partiste, levaste contigo o melhor de mim e nesse dia não houve sol. Nem a lua se mostrou no céu ou as estrelas brilharam. O vento parou por uns momentos, quase espantado, e com determinação retomou a sua rota, estilhaçando tudo á sua passagem. Durante muito tempo deixei de reparar no vento, de sentir a chuva e ver as cores maravilhosas da vida. Durante muito tempo vivi como um autónoma, sem saber ao certo o que fazia e quais eram as razões que me moviam. Era inverno na minha alma.

 

Um dia reparei numa flor. E no outro a seguir no canto de um pássaro. O sol começou a aquecer me e lentamente voltava a ser primavera dentro de mim. As nuvens escuras ameaçavam passar e vislumbrei um céu maravilhosamente claro e brilhante no horizonte. E isso encheu me de esperanças.

 

Porque te aproximas quando o meu coração se quer afastar? Porque te sinto e pressinto quase como se fosses uma parte de mim que nunca poderei deixar de sentir? Porque continuas tão próximo, L. , tão próximo que quando fecho os olhos quase te consigo tocar? O que me une a ti? Que espécie de ligação é esta que me faz sentir a tua presença?

 

Neste tempo todo que passou sem te ver e sem te ter, fiz amor contigo muitas vezes. Fechava os olhos, amava te e depois encaixava me em ti e adormecia. Sentia o teu cheiro, o toque da tua pele, do teu cabelo mas era uma mistura tão grande de sentimentos que me faziam acordar, sentir me revoltada e odiar te por continuares ainda tão presente em mim. Como uma marca. Como uma ferida que demora a cicatrizar.

 

Levaste os sentimentos, mas como um ladrão que deixa vestígios, esqueceste te de uma parte de ti dentro de mim e eu não sei como a arrancar do meu coração, porque criou raízes que quase me sufocaram. Foram precisos quase 4 meses, 4 meses L., para conseguir apagar umas míseras fotos do meu computador! Porque não te queria ver mais. Porque tinha decidido que seria melhor assim. E no entanto, quando finalmente começava a enterrar os sentimentos e a dar paz a mim mesma, tu apareces e eu voltei a não saber como o fazer. Porque me confundes, me estremeces e me fazes acordar sobressaltada ao meio da noite de todas as vezes que sonho contigo? Diz me qual a tua essência para eu nunca mais a sentir e para me afastar dela quando a pressentir. Como te digo "amo te" sem sentir mágoa, se tudo o que vi nos teus olhos foi o espelho do que te diziam os meus?

 

sinto-me: Com saudades
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publicado por Carlita às 18:45

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