...da forma mais inesperada...

Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

Finalmente, eis me regressada!

Tiveram saudadinhas minhas, tiveram? Ohh sei que sim...

Então, tive um pequeno problema com o transformador do "monstrinho portátil".Resolveu desencarnar...passar para a outra dimensão...dar o berro...bater a bota....Devia andar cansadinho. Ultimamente andava a trabalhar muito. Mas confesso que me custou um bocadinho (ok, pronto! Um BOCADO!) estar sem net durante quase uma semana. As minha unhas sofreram o sua quaota parte. Agora pergunto me: como consegui sobreviver três décadas sem o bendito do telemovel, o portatil, o mp3? É no mínimo estranho.

 

Estranho, estranho é esta minha capacidade de renascer a cada dia. Pareçe que todos os dias vivo com o coração nas mãos, inventando uma nova maneira de ser para enfrentar as tristezas e desilusões da vida. Não sei desde quando é que adquiri esta nova capacidade, a de me reinventar todos os dias. É que nem me permito chorar!!! Quando me sinto invandida por aquela tristeza teimosa e quando as lágrimas parecem estar quase a saltarem me dos olhos....tudo menos isso! Respiro fundo, mudo o pensamento. Inconscientemente, junto as ás outras lágrimas que tantas vezes reprimi e acho que de tanto agir assim, construi um dique ca dentro, pronto a rebentar á menor oportunidade. Eu sei que sim. Por isso, não me atazem as cabeça com questiunculas ignobeis.

 

A verdade é que....como hei de dizer isto? Em termos sentimentais sinto me como se estivesse a pisar constantemente um terreno minado, andando sempre em pézinhos de lã, evitando os perigos maiores. No entanto sei que há de chegar o dia em que vou MESMO pisar a granada e isto vai tudo pelos ares. A expressão do "pisar terreno minado" é no momento a que me ocorre ser mais correcta para definir o meu momento sentimental actual. Porque, conforme tristemente descobri, há pessoas que não foram feitas para estarem juntas, apenas para partilharem bons momentos, que sempre serão únicos com cada pessoa.

 

Hoje sinto me nostálgica.

Acho que o tempo é e sempre será inteligentemente o grande remédio para todos os males. Nada dura para sempre. Nem o melhor e mais esplêndido sentimento que se possa ter sentido. É o tempo que o muda e nem nos apercebemos disso. No íntimo, desejamos conserva lo e mante lo intacto em toda a sua glória e magnificência, mas o tempo....o tempo faz questão de nos mostrar no momento exacto a impermanência e inexatidão desse estado. Apesar de ver tudo isto com grande alegria, não posso também de deixar de sentir uma tristeza avassaladora.

 

 

Só posso mesmo, neste momento identificar me com esta música.

música: Ana Moura
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publicado por Carlita às 19:16
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